A voz da experiência VS A fome da jovialidade

Existem fatos em nossas vidas que sempre nos deparamos, mesmo que não sejam conflitantes em nossa convivência, nos exigem certas escolhas de momento que podem traduzir nosso futuro sucesso ou derrota.

O mestre da vida prática, ou seja, o senhor de idade avantajada possui o ego tão massageado que não permite o jovem ensiná-lo coisas novas da vida. Por outra vertente, o jovem cheio de sede de aprender acredita que seu poder de cognição momentânea o faz ser superior que o mais “velho”, e o traz a estagnação de conhecimentos, uma vez que permite sua capacidade limitada se manter inerte sem ao menos abrir um livro. Se acha auto-suficiente.

O liame dos choques entre as gerações é baseado no respeito mutuo. Sem este não há que se falar em crescer e acrescentar algo. O jovem precisa chegar ao mais experiente e vice versa.

A humildade deve caminhar em prol dessa equivalência. Quando for humilde suficiente, vai ouvir, aprender com o mais velho e absorver o conhecimento que ele levou anos em apenas 10 minutos de papo. Já pensou 23 anos de vida e a experiência de um “coroa” de 50 anos?

O procedimento para isso se tornar real, é nada menos que ser um bom ouvinte e não critico com o que ouvir, porém ser sábio ao aplicar na sua vida. É como filtrar os conselhos que receber.

Assim como tem amigo para te induzir ao bem, tem o “amigo” para te induzir ao errado. É como o amigo que fala para você beber até cair porque isso é legal e o amigo que diz pra você estudar que isso vai te levar ao sucesso.

O conselho do estudo é chato e parece sacal a priori, porém não se pode ser crítico prematuramente. Por mais que o fato de beber e “se divertir” seja legal para você, entenda que o conselho “chato” é muito mais enriquecedor para sua vida.

Jovem: aprenda a ouvir o mais velho e absorver o máximo de sua experiência no tocante a sua vida prática.

Senhor: aprenda a nunca subestimar o mais jovem pela questão de sua ingenuidade ou inexperiência de vida.

“pode ser que sua sabedoria rebaixe alguém, e que sua capacidade cognitiva menospreze o próximo, mas seja humilde e ajude-o a crescer sempre, mesmo que seus conselhos sejam chatos; exprima-os demonstrando o lado correto.”

Carlos Imbrosio Filho

 

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