Pobreza, fuja dela!

A pobreza quase sempre é encarada como critério de discriminação e desemboca em uma coisa chamada, impossibilidade de convivência. Isso significa que as vezes um rico não pode conviver com um pobre porque suas vidas são muito diferentes quanto a realidade social.

Não fiquem com raiva, pretendo desmistificar o fato de que o pobre cria a própria discriminação, quando este pobre é também pobre de espírito. Obviamente que existem pobres de condição financeira, porém seres grandiosos em seu espírito. Quando existe amor e forca de vontade o casal luta constantemente para que tudo logre êxito. No entanto, independente de um ser pobre e o outro rico, devemos observar a equivalência de força de vontade entre eles para continuar ao lado do outro, e o quanto os dois são ricos, dessa vez, espiritualmente. Bondade de espírito está em querer ver o outro feliz, não ser orgulhoso e ceder, não agir com egoísmo achando que o outro deve o tempo todo estar ao seu lado, não respeitando assim a rotina daquele.

Não é impossível o plebeu ou a plebéia viver feliz para sempre com um príncipe ou uma princesa, mas para tal feito exige-se tão somente que os dois sejam ricos de espírito, sejam bondosos acima de tudo.

Na realidade é uma troca de interesses, porém no bom sentido. Interesses de ver o outro feliz e não de estar feliz e achar que outro também está por isso. Isto é egoísmo.

Pare e reflita em todo o esforço que você faz e veja se equivale ao que o outro faz por você. A disparidade em tal conclusão significa que necessitam de um bom papo ou mesmo de ficarem sozinhos para repensar os valores da vida.

Por isso as pobrezas se confundem, porque na maioria das vezes a pessoa pobre de espírito e também de dinheiro, se auto-discrimina perante o/a parceiro/a em prol de si próprios, com a desculpa de que o mundinho do rico de dinheiro é algo pejorativo, sem valor. Poderiam entender que na verdade carecem de riqueza espiritual, porque não fazem o bem ao próximo. Questionam por que só encontram companhias ruins e por que as boas sempre duram pouco e se vão.

Será que você não pode fazer coisas boas e mudar suas maneiras de se portar perante a sociedade?! Não adianta pedir um pirulito ao seu pai se você logo após o destrata. Você não vai ganhar o pirulito, ou mesmo que ganhe o pirulito, vai ter de brinde o olhar reprovador do seu pai.

Enfim, quero concluir que o pobre pode ser feliz ao lado do rico, mas se for pobre espiritualmente, irá conflitar com o próprio interesse de querer “crescer” na vida em cima dos bens materiais do rico. Por isso temos a figura de que todo pobre quando casa com um rico é interesse, realmente, se este for pobre de espírito assim será!

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